quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Eu quero....




A linnha Conga Baby foi criada para atender a demanda de novíssimos consumidores e garantir que seus primeiros passos tenham conforto, qualidade, praticidade e segurança.
O modelo Conga Baby Velcro é unissex e tem uma cartela de cores variadas que contempla verde cítrico, marinho, rosa chiclete, tangerina, turquesa, carmin, amarelo e branco. Já o modelo Conga Baby Boneca foi exclusivamente desenvolvido para os pezinhos das mocinhas. A cartela de cores se divide em tons pastéis como o azul, rosa, branco e verde água e as cores reativas como tangerina , framboesa, turquesa e verde cítrico vão deixar as menininhas para lá de fashion.
Todas a linha Conga Baby possui solado transparente, conferindo ainda mais leveza ao tênis mais fashion do Brasil.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sling Seguro



Atenção! Mais sobre segurança!

Nos Estados Unidos circulou algumas notícias sobre mortes decorrentes ao uso de slings.
Na verdade foram mortes que ocorreram no uso dos “baby bags” mais conhecidos aqui no Brasil como “o sling da Claudia Leitte”. Sempre batíamos na tecla de que esse tipo de carregador não poderia ser considerado um sling, já que não permite o ajuste e a segurança que um sling de verdade proporciona. Mas muitos pais levados pela falsa segurança que um produto “hi tech” proporciona, acabam optando por esses “baby bags”.
Traduzi um artigo do site http://www.sleepingbaby.net que fala sobre essas notícias e deixa bem claro o porquê esses carregadores não são seguros. Segue o artigo:
Meu sling é seguro? – ou – Nem todos os carregadores são iguais!
Se você acompanhou os noticiários dos Estados Unidos por esses dias, sem dúvidas você viu muitas histórias sensacionalistas sobre so sling ser perigoso ou até mesmo mortal. Infelizmente existem carregadores de bebês que não são seguros, mas os meios de comunicação raramente são esclarecidos sobre as diferença entre os carregadores, então tudo fica focado em uma categoria “Oh meu Deus! Vai matar meu bebê!”. Bem, nós fabricamos slings desde 2000, e parte da comunidade de babywearing desde 2001, então estão aqui as coisas que aprendi.
O que faz um sling ser seguro?
Qualquer sling deve segurar seu bebê da mesma maneira que você seguraria em seus braços (os carregadores que usamos nas costas são uma exceção, a não ser que você tenha braços realmente flexíveis). Por exemplo, o sling de argola é geralmente usado com o bebê na vertical com a barriga contra o seu peito (posição barriga com barriga), da mesma maneira que você o carrega no colo, ou com o bebê numa posição diagonal ao seu corpo semelhante a que você usa para amamentár ou deitar ele no colo. As mesmas posições são as preferidas nos carregadores, wrap, meitai e pouch. Você sempre deve ser capaz de ver a cabeça e o rostinho do bebê sem ter que abrir o sling para isso, e ele deve sempre ser capaz de respirar livremente e com facilidade, com o pescoço reto e cabeça em posição neutra (não encostando o queixo no peito). Mais uma vez, essas posições embora necessitem de alguma prática , são possíveis em qualquer sling que seja seguro.
O que você não deve fazer é carregar o bebê numa posição horizontal contra o seu quadril ou esmagado embaixo dos seus seios, mas é o que alguns carregadores forçam a fazer. Eles podem ter uma abertura com elástico, uma secção triangular e uma base rígida. As vezes para criar uma falsa seguranças ele vem com cintos para manter o bebê na posição correta. Esses carregadores são conhecidos como “Baby Bags” ou “Sling Bags” e apresentam diversas falhas no seu  projeto.
  • Primeiro, cortaram o acesso visual ao bebê com as laterais elásticas. É impossível ver o rosto do bebê a não ser que você segure as laterais abertas. Por ser assim fechado pode acumular dióxido de carbono no seu interior, reduzindo o consumo de oxigênio do bebê.
  • Em segundo lugar a base rígida não permite que o tecido molde de acordo com o corpinho do bebê e cria o perigo real do bebê “rolar” para o lado. Isso pode ser perigoso se o bebê rolar para o lado do corpo de quem o carrega, ainda que o carregador tenha uma “malha respirável” cria um risco de sufocamento.
  • Terceiro, o formato curvo da bolsa força o recém nascido a ficar com o queixo encostado no peito. No recém nascido a via aérea é muito estreita – mais ou menos do diâmetro de um canudo – e se o queixo fica encostado no peito isso pode comprimir a via aérea reduzindo ou até mesmo interrompendo o fluxo de ar. Isso se chama “asfixia posicional” e ocorre em qualquer dispositivo usado com o bebê que empurre a cabeça para frente como bebês conforto, carrinhos, assentos de carro infantis, carrinhos que ficam na posição vertical que não são para recém nascidos e balanços.
  • Em quarto lugar, o cinto de segurança que vem em alguns desses carregadores cria uma falsa segurança, pois bloqueia o bebê em uma posição desconfortável, instável e leva a pessoa que está carregando a acreditar que o bebê está seguro embola ele não possa ser visto.
  • Em quinto lugar, a grande maioria desses carregadores afirmam ser de tamanho único e que veste bem em todos, mas eles são muito grandes para uma mulher de tamanho médio vestir, e mesmo quando bem ajustado o bebê fica no nível do quadril enterrado no tecido.
  • Sexto e menos importante para o bebê, o ajuste limitado e a faixa muitas vezes estreita provoca desconforto para quem usa.
Alguns modelos de “baby bags”:
Para avaliar a segurança do seu sling tenha isso em mente:
  1. Você deve ser capaz de enxergar o rosto do seu bebê e verificar ele com facilidade sem ter que ficar abrindo o tecido.
  2. O carregador deve imitar a maneira como você carrega o bebê nos seus braços, se não deve pelo menos manter o bebê numa posição que deixe sua via aéra aberta.
  3. Deve ser fácil de conseguir deixar o bebê em uma posição segura sem ter que ficar tirando para ajustar fivelas ou outros dispositivos do tipo.
  4. O carregador deve caber bem no seu corpo e manter o bebê alto a apertado contra o seu peito, não em baixo nos seus quadris.
Então, seu sling é seguro? Se ele se encaixa nos critérios acima e você está seguindo as instruções que vieram com ele, ele deve ser. Por mais bem feito que seja o sling ele não será seguro se você não estiver familiarizado para usá-lo com segurança. O mais simples pedaço de pano pode ser o mais seguro se usado corretamente (os carregadores mais elaborados como os “baby bags” são os menos seguros). Infelizmente as grandes empresas que fabricam esses “baby bags” não tem reconhecido o perigo que eles estão criando, apesar de terem sido notificados em 2006 que asfixia posicional e sufocamento foram uma preocupação (veja em: http://babyslingsafety.blogspot.com o trabalho de M´liss Stelzer uma enfermeira que realizou alguns testes informais com as principais marcas de “baby bags”). Três mortes foram agora conhecidas por terem ocorrido nesse tipo de carregador, uma família está abrindo um processo. O CPSC vai emitir um aviso, porém ainda não houve um recall o que ao meu ver é deplorável.
Mais informações podem ser encontradas em (todos os sites em inglês):
Por fim a segurança do seu bebê é sua responsabilidade, mas se você está começando com um carregador inseguro isso obviamente terá impacto no seu sucesso. Se você tiver qualquer dúvida quanto a segurança do seu carregador entre em contato com o fabricante ou com algum grupo de babywearing perto de você. A advertência da CPSC discute o bom posicionamento do bebê no carregador, embora não distigua entre os estilos de slings, é importente notar que é praticamente impossível carregar um recém nascido numa posição segura usando um “baby bag”.
Fiz até um cartão de visitar que você pode imprimir para ajudar aqueles que não conhecem sobre os diferentes tipos de carregadores se informarem a respeito, se você quiser pode imprimir e levar com você (em inglês). Clique aqui.
O texto é da Jan e  foi extraído e traduzido da página:http://www.sleepingbaby.net/safety.php
Tradução: Marilia Mercer

NOTA: O CPSC é como o PROCOM dos Estados Unidos (U.S. Consumer Product Safety Commission)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Data confirmada!!!

Boas novas!!! A nova data para o lançamento do CineMaterna em Brasília foi definida: terça-feira, dia 06 de abril, 14h. O cinema está novinho em folha, pronto nos receber !

quarta-feira, 24 de março de 2010

Lei torna obrigatório o uso de cadeirinhas para crianças nos carros








Resolução do Contran determina uso obrigatório para quem tem até 7 anos e meio. 


Fiscalização, no entanto, só começa a valer a partir de 2010.
Do G1, em São Paulo
O uso da cadeirinha para crianças será obrigatório por lei. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) já redigiu a nova resolução que altera o artigo 168 do Código Nacional de Trânsito, que trata do transporte de crianças, tornando obrigatório o uso da cadeirinha para crianças até sete anos e meio de idade. A nova regra será publicada no Diário Oficial nos próximos dias, de acordo com a assessoria de imprensa do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), mas só vai começar a valer a partir de 2010.





A resolução que ainda está em vigor torna obrigatório o uso do cinto de segurança, mas não fala especificamente em cadeirinhas. De acordo com o artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, a multa prevista para quem descumpre as normas para o transporte de criança é R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada. A lei não se aplica para veículos de transporte remunerados como táxis, ônibus e peruas escolares.

Foto: Criança Segura/Divulgação

O guia da cadeirinha: crianças até 1 ano de idade devem ficar no bebê conforto voltadas para o vidro traseiro, com leve inclinação, conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento, sempre no banco de trás (foto 1); de um até 4 anos de idade deverão usar a cadeira de segurança (foto 2); de quatro até sete anos e meio deverão sentar em um assento de elevaçao preso no banco traseiro com cinto de três pontos (foto 3); acima de sete anos e meio devem andar com cinto de segurança (Foto: Criança Segura/Divulgação

Bebês até um ano devem ser transportado no bebê conforto com a cabeça voltada para os fundos do veículo. Crianças de um a quatro anos de idade devem ser transportadas no dispositivo de retenção, as chamadas cadeirinhas. De quatro a sete anos e meio, a criança deverá utilizar o assento de elevação.

A nova resolução classifica as crianças pela idade, independente do tamanho de cada uma. Especialistas em segurança no transporte, no entanto, indicam que cada tipo de assento deve ser relativo ao tamanho e ao peso da criança.


Segundo eles, o bebê conforto é ideal para crianças até 13 kg; a cadeirinha atende crianças com peso entre 9 e 18 kg; o assento de elevação atende crianças de 18 a 36 kg; e quem pesa mais do que 36 kg e tem 1,45 metro de altura poderia dispensar o assento infantil.



O Contran vai determinar um prazo de dois anos para a adequação das novas regras. Só após estes 24 meses os motoristas que infrigirem a lei serão multados. Quem tem mais de um filho pequeno deverá ter mais de uma cadeirinha no veículo. Assim como quem tem filhos e costuma dar carona para outras crianças vai precisar ter mais assentos infantis no carro.
  





Lendo e crescendo: dicas de leitura para as crianças


Resumo do artigo

O caminho para a leitura começa na infância, quando as crianças passam a ter um gosto por palavras e por ouvir histórias, além de animarem-se ao contar momentos de sua vida para pessoas próximas. Os membros da família podem incentivar o prazer de ler através de atividades que fortaleçam esse interesse. Selecionamos algumas dicas para ajudar a tornar a leitura uma parte importante da vida da criança.
Lendo e crescendo: dicas de leitura para as crianças Lendo e crescendo: dicas de leitura para as crianças
O caminho para a leitura começa na infância, quando as crianças passam a ter um gosto por palavras e por ouvir histórias, além de animarem-se ao contar momentos de sua vida para pessoas próximas. Os membros da família podem incentivar o prazer de ler através de atividades que fortaleçam esse interesse. Selecionamos algumas dicas para ajudar a tornar a leitura uma parte importante da vida da criança.
Converse com o bebê. Use seu rosto e voz para contar a ele coisas sobre o mundo e sobre ele mesmo. Escolha uma hora em que ele esteja calmo e alerta e comece a falar. Ele conhece o som e o ritmo da sua voz, já que a ouviu antes de nascer. Agora, ajude-o a relacionar estes sons com o mundo.
Repita o que o bebê diz. Devolva aqueles deliciosos sons que ele emite, pois está aprendendo que os sons podem fazer o mundo reagir e que as palavras têm poder.
Vire um apresentador de notícias. Conte o seu dia-a-dia para o bebê, o que você está fazendo e lendo para ele. Desta forma estará criando conexões entre palavras e eventos e ensinando os elementos de uma história.
Dê nomes às coisas. Durante os cuidados diários com o bebê, chame-o pelo nome, diga os nomes das partes do corpo, das roupas e dos acessórios. Embora essas conexões demorem semanas ou meses para serem feitas, você estará estabelecendo os fundamentos para a linguagem e a literatura.
Vejam juntos livros de figuras. A partir dos seis meses, apresente os livros como sendo excitantes e engraçados. Aceite a pouca atenção que ela irá dar: cada pequena interação estará criando amor pelos livros.
Não se preocupe se o bebê morder os livros. Crianças pequenas aprendem sobre o mundo usando as mãos e a boca. Use primeiro livros de capa dura. Se ela colocar os livros na boca não se preocupe. Logo ela vai perceber que existem coisas mais interessantes para fazer com eles, como olhar para as figuras por exemplo. Esse é o primeiro passo em direção à leitura.
Olhe, aponte e então diga o nome. Bebês e crianças iniciam suas vidas literárias aprendendo a virar a página, depois olhando as figuras de uma maneira geral. Em seguida, olhando-as à medida que são nomeadas, apontando-as e finalmente nomeando as figuras. Em que ponto seu filho está? Você consegue prepará-lo para a próxima etapa? Se ele não estiver pronto você não deve forçá-lo. Mas se estiver, pode ajudá-lo a seguir em frente.
Coloque um livro na mala. Enfie um ou dois livros de história na bolsa do bebê ou no carro para as crianças maiores. O hábito de preencher os espaços da vida com livros e sempre tê-los à mão ajuda a criança a vê-los como parte regular da vida.
Aprenda rimas e músicas. As crianças experimentam os sons da linguagem com as rimas, que fundamentam seu interesse por palavras. Faça rimas ligadas a gestos, pois isso ajuda a ligar ações a palavras. Poesia para crianças também constrói conhecimento e amor pela linguagem.
Dê livros de presente. Dê livros para as crianças em todas as ocasiões. Depois, olhem o livro juntos. Mantenha sua biblioteca doméstica em um local especial, mas acessível.
Conte histórias antes de dormir. Torne a história, lida ou contada, parte do ritual noturno desde a infância. Nunca elimine a hora de contar histórias como forma de castigo, ela deve ser sagrada.
Leia todos os dias. Faça dos livros uma parte da rotina do seu filho. Não deixe passar um dia sem ler um livro, um poema ou uma história.

Fonte:

http://www.pampers.com.br/pt_BR/parenting-articles/lendo-e-crescendo/1896

Betacaroteno


betacaroteno é um pigmento carotenóide antioxidante. Natural, é uma das formas de se obter indiretamente a vitamina A.
Ele tem uma importante função no organismo humano, pois atua na formação de pigmentos visuais, no crescimento celular normal, no desenvolvimento, na manutenção da estrutura epitelial e das mucosas que revestem intestinos, vias respiratórias e no desenvolvimento dos dentes e ossos.
Sabe-se hoje que ele é um antioxidante, inibe radicais livres e preveni o envelhecimento, beneficia a visão noturna, aumenta a imunidade, dá elasticidade à pele, aumenta o brilho dos cabelos e o fortalecimento das unhas, além de atuar no metabolismo de gorduras. O betacaroteno também é favorável na obtenção do bronzeamento da pele. Quando transformado em vitamina A em nosso organismo, auxília na formação de melanina, pigmento responsável por proteger a pele dos raios ultravioletas e conferir o bronzeamento.
A conversão do betacaroteno em vitamina A é realizada na parede do intestino delgado, sendo sua conversão influenciada pela ingestão de gordura e proteínas da dieta. O betacaroteno só é biologicamente ativo quando transformado em retinol (Vitamina A), seu teor no sangue é de 300mcg/dl.
A carotemia que se apresenta após a ingestão de vegetais ricos em caroteno, como a cenoura, desaparece após a suspensão dessas fontes. A absorção de betacaroteno encontra-se em dependência da presença de bile e aproximadamente um terço de betacaroteno é absorvido a nível intestinal.
As principais fontes de betacaroteno são: cenoura, abóbora, beterraba, mamão, manga e a batata doce. Em quantidades menores, pode ser encontrado nos vegetais folhosos como couve, repolho, espinafre, agrião e brócolis.
Consumir grande quantidade de betacaroteno não é perigoso para o organismo. O único efeito colateral conhecido pelo excesso do mesmo é o aparecimento de uma coloração amarelada na pele, que é inócua e não deixa sequelas, que desaparece com a redução do consumo, denominada por hipercarotenodermia.

Fonte:    http://suplementonutricional.com.br/2010/02/09/betacaroteno/

quinta-feira, 18 de março de 2010

Lista de desejos ....



Preciso renovar os brinquedos da filhota, providenciar uns mais adequados a sua idade. fiz uma lista.
São instrumentos musicais, blocos de encaixe, livros etc....







quinta-feira, 11 de março de 2010

CineMaterna chega a Brasilia em Abril.







CineMaterna


CineMaterna são sessões de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes são bem-vindos também! Os filmes são para a diversão dos adultos, e as salas de cinema são equipadas para acolher os bebês com todo o conforto: som reduzido, trocador na sala, ar condicionado mais suave, ambiente levemente iluminado. E depois de cada sessão sempre tem um gostoso bate-papo! 

As sessões acontecem em diversas cidades do Brasil. Cada filme é escolhido pelo público através de enquetes semanais, que podem ser acompanhadas pelo site junto com a programação.
 

 Nas sessões CineMaterna o som é reduzido, há trocadores na sala, as luzes ficam um pouco acesas, o ar condicionado é fraco e há um tapete de atividades e brinquedos em frente à tela, para os bebês que sentam e engatinham; 

Os filmes são escolhidos pelo público através de enquetes e excluem filmes com violência explícita ou terror;
 

Após a sessão, o público é convidado a seguir para um café, onde acontecem animados bate-papos e muita interação!




http://www.cinematerna.org.br